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É que eu tenho esta péssima mania de depositar demasiada confiança nos outros. De achar que só porque a pessoa me mostrou durante momentos boas atitudes comigo, ela é confiável. Eu costumo confiar, esquecer, aceitar, perdoar, e confiar de novo, quantas vezes for preciso. E é isso que me torna uma completa idiota, porque dá a oportunidade perfeita para me decepcionarem, digo, para eu mesma me decepcionar, outra e outra vez.
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Hoje eu senti tanto a tua falta… Pela primeira vez eu senti-me como se realmente nada estivesse a fazer sentido por causa da tua ausência, como se para tudo dar certo e funcionar perfeitamente eu tivesse que ter-te… Mas eu não podia fazer nada… Então simplesmente me deitei, como de costume, coloquei os meus fones, e fui escutar as nossas musicas, lembras-te? Eu lembro-me. Eu lembro-me de cada música dedicada em cada momento. Ah, lembro-me das palavras também, os comentários sobre as partes que mais “combinavam” connosco, com a nossa pequena história. Pequena, mas nossa. Pois é, tudo mudou de á uns tempos para cá, e agora as mesmas coisas que me faziam sorrir, me trazem lágrimas, junto com uma angústia enorme por saber que nada mais vai voltar, que as nossas conversas nunca mais serão as mesmas, que os nossos abraços não serão tão intensos como antes, que não falaremos mais da nossa “história” e nem de um possível futuro juntos, que talvez nem nos falaremos… Mas eu vou continuar a ouvir as “nossas” antigas músicas, porque escutá-las será a única forma de me sentir próxima de ti novamente.

  • Ele: Tu mudaste comigo.
  • Ela: Talvez tenha motivos para isso.
  • Ele: Sabias que cansa a tua rejeição?
  • Ela: Sabias que cansa ser idiota?

Posted on Friday, 16 December
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A minha vida é tipo: sempre que do nada a tristeza vem, do nada a felicidade vem, do nada as pessoas chegam, do nada as pessoas vão, do nada sinto amor, e é só essa coisa a que chamam -“amor” é que não vai embora do nada nem por nada…
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No dia em que a tua dor acabar ou simplesmente tudo doer menos. Tu irás perceber que tudo o que tu mais querias não era teu. Tu percebes que tudo aquilo foi só mais uma ilusão. E tu vês que quanto mais alto voas, mais forte te tornas na tua queda. Tu fechas os olhos e lembras-te do passado, relembras todos os momentos que te fizeram sorrir, e desejas profundamente poder voltar a esse tempo, fazer tudo diferente. Tu sabes que manter as lembranças só te vai fazer mais mal, mas tu nem tentas esquecer.
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Esquece, procura o teu caminho, que hoje eu estou bem melhor sozinha. Cansei de me iludir e ser usada, só não te esqueças do que foi bom do passado. E quando a saudade te doer, recorda o quanto me fizeste sofrer. E quem sabe um dia possas dar valor, a quem um dia realmente te amou.
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Tu disseste-me que estarias aqui para me ajudares quando eu caísse, que irias fazer de tudo para me fazer feliz, que querias a minha companhia pela eternidade, que eu era diferente… Tu disseste-me muitas mentiras, mas a pior delas, a mais dolorosa e cruel, foi dizeres que me amava. E pior de tudo é que de todas as tuas mentiras “amo-te” foi a minha favorita.
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De uma certa forma, estou cansada das pessoas. Cansada da dependência que elas criaram de mim, cansanda das expectativas falsas que elas têm. Não esperes que eu sorria sempre, não é? Não esperes que eu seja sempre a corajosa, não esperes que eu não precise de um anestesia às vezes, certo? Por favor, para de ter uma imagem de mim tão “fria”, tão “rapatiga sem sentimentos”. Tu achas que eu não sinto dor? Nem saudade? Fingir ser alguém forte não significa que eu realmente seja… E não dá para pôr um sorriso no rosto a toda a hora. Eu só me cansei.
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Achava que o mundo tinha parado, até perceber que quem parou foi a minha vida e o tempo inutilizado gasto contigo.
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“Pega na minha mão. Estás a sentir? Está fria, tremula e suada. Abraça-me. Está a sentir? A minha respiração está ofegante, o meu coração acelerado e minhas pernas tremem. Olha-me nos olhos. Estás a ver? Eles estão a brilhar, por ti. ” Eu odeio não conseguir negar um sorriso a ti. Eu odeio tudo o que vem de ti, até mesmo os teus sorrisos, pois estes são o meu ponto fraco. Eu odeio o teu jeito de me entender e de me confortar com apenas um olhar. Eu odeio esse teu jeito de ser tão meu e tão delas ao mesmo tempo. Eu odeio esse teu peito, que é a melhor almofada do mundo, mesmo que eu nunca tenha sentido. Eu odeio precisar tanto de ti e ver que tu não precisas tanto de mim. Eu odeio sentir saudades e tu nem saberes quem verdadeiramente eu sou. Eu odeio sentir ciúmes e tu me provocares, sem saberes que estas  a provocar-me. Eu odeio não ser corajosa para te contar tudo o que sinto, eu odeio ser assim, eu odeio o meu coração. Queres-o para ti? Quer dizer, ainda bem que ele é teu, porque se fosse meu as coisas serão diferentes…
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Não sentia quase nada. Preferia assim. Palavras já tiveram um valor quase que crucial, e eu já perdi a conta de como elas me magoaram. Hoje em dia elas apenas são alguns rabiscos com letras pouco definidas num papel qualquer. Se eu sou feliz? Tenho absoluta certeza que sim. Mas eu encontrei uma nova forma de felicidade: Aquela que ocorre por mim mesma. Sem interferência de ninguem. E hoje, eu sorriu com os mesmos sorrisos que antes, os olhos podem não ter o mesmo brilho. Mas, nem tudo é perfeito. Tenho certeza que compreendes.
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Tu achas mesmo quese ele sentisse amor por ti ele teria desistido? 
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Então apaga tudo aquilo que não valeu a pena. Quem te mentiu, quem enganou o teu coração, quem teve inveja de ti, quem tentou destruir-te, quem usou máscaras, quem te magoou, quem te usou e nunca chegou a saber quem realmente tu eras.